Quarta-feira

BRAZLÂNDIA QUER TORCIDA NO CHAPADINHA PARA DAR PRESSÃO NA EQUIPE



Campeão da segundona em 2011, Brazlândia se prepara para enfrentar o Braziliense no próximo sábado em casa, no Chapadinha.

A diretoria do Brazlândia espera contar com o apoio da apaixonada torcida e para isso, o torcedor que for ao Chapadinha vestido com a camisa oficial do clube pagará a metade do valor do ingresso.

Presidente do Brazlândia, Moacir Ruthes, disse que torcedores que ainda não possuem uma camisa do clube poderão adquirir a camiseta oficial até antes da hora de iniciar a partida contra o Brasiliense, lá na entrada do Chapadinha. Para isso será instalada uma mini-loja próxima a bilheteria do Chapadinha.

O investimento que o torcedor fará é de apoio ao clube. Cada camiseta será vendida por R$ 100,00 e permitirá ao torcedor o direito de pagar apenas metade do valor do ingresso em todos os jogos realizados no Chapadinha, além, é claro,  do torcedor  estar contribuindo para manutenção (sentimental e simbólica) da equipe, o Brazlândia retribuirá com um belo espetáculo para sua apaixonada torcida verde, azul e branca.





O duelo entre Brazlândia e Brasiliense será no próximo sábado (18/02), às 16h, no Chapadinha.

Terça-feira

QUAL BRAZLÂNDIA QUEREMOS PARA O FUTURO?


 JOÃO MOURA*

CONVERSANDO COM...
 Uma
NOVA BRAZLÂNDIA
E construindo uma entidade cerebral para pensar a cidade que queremos no futuro

Resolvemos invadir a área da possibilidade de construção de uma entidade cerebral em Brazlândia.

Não interpretem a expressão "entidade cerebral" como se gênios da raça estivessem prontos a socorrer pobres mortais. Nada disso: trata-se unicamente de juntar num mesmo organismo, informal ou formal, gente interessadíssima em compartilhar especialidades para o delineamento do futuro de Brazlândia.

Coloca-se cérebro como apêndice, não como delimitação presunçosa. Ninguém vai usar britadeiras, embora não esteja fora de cogitação a possibilidade de alguém que use britadeiras também integrar-se a esse projeto, até porque esse ferramental sem um cérebro a utilizá-lo não vale absolutamente nada.

Na realidade, a sugerida entidade cerebral, embora com configuração operacional distinta, já foi pensada lá atrás. Até participei de um encontro à formatação.

Há mais de 15 anos, em meados de 1994, reunimos-nos na sede da Acibraz (Associação Comercial e Industrial de Brazlândia) para tratar desse assunto quando já se tinha o veredito de que o novo governo que assumia o DF não teria futuro, engolfado por complicações de diferentes origens. Aliás, complicações que só os extraordinariamente descerebrados negam ou tentam imputar a terceiros, os desgovernos de uns.

Vou reproduzir, numa outra conversa que teremos por aqui, o texto que preparei naquele momento e debati com os participantes do encontro. Ainda outro dia tentei resgatar o nome de todos os participantes da reunião. Sinto que não cheguei à devida conclusão. 

Mas, Euler Rufino, Sr. Paixão, Edimar Pireneus, Aparecido da CEB, Vital, Dr. Jalim Eloy, Dr. Achilles Paulo, Hans Popov, Eronides... aparecem em minha memória.

Alguns outros companheiros de jornada também participaram, mas não me lembro ao certo seus nomes.

Certo mesmo é que aquele encontro foi único. Não houve sequência à ideia de levar adiante aquele projeto.

A entidade cerebral que salta em meus pensamentos neste inicio de 2012 tem harmonia conceitual com aquele projeto que se alinhavava naquele meado de 1994: 

Á prática de uma Nova Brazlândia que queremos para o futuro.

A redação de uma Carta da Nova Brazlândia explicitaria sem amenidades o real estado Político, econômico e social da cidade, com base em pesquisas e análises de protagonistas insuspeitos, que resumirá as diretrizes para a nova Brazlândia do futuro, e deverá ser apreciada por um Conselho da comunidade.

Um dos pontos mais importantes para exprimir a maturidade da nova Brazlândia é estabelecer relação realista com os administradores públicos. Até porque, não se pode trabalhar institucionalmente de forma demagógica, sofrendo desgastes por força de populismos e individualismos. É indispensável que se aplique um arrazoado seletivo de questões que atormentam a vida econômica e social de Brazlândia, de forma que se tenha controle efetivo sobre possíveis resultados.

Incorrer num dos erros estratégicos do passado, que tentou abraçar o mundo de problemas da cidade é chover no molhado de improdutividade.

Sugiro que sejam atacadas questões centrais que inquietam de imediato a realidade cotidiana de nossa cidade. Sobretudo quanto à necessidade premente de encontrar pontos cardeais de uma reviravolta na qualidade de vida atingida em cheio pelo desemprego, pela falta de alternativa da juventude e pelo salto triplo da criminalidade.
É preciso pontuar e debater essas questões.

Quanto mais Brazlândia distanciar-se desses pressupostos temáticos, mais correrá na direção do fracasso, que fez do passado, o presente que nos atormenta.

Virando a página final do passado, possamos construir uma Nova Brazlândia para o futuro que queremos!

E VAMOS À LUTA!
*João Moura é filho de Brazlândia, Filósofo, Professor e especialista em Ciências Humanas.


Quinta-feira

CONVERSANDO COM O ELEITOR DE BRAZLÂNDIA.




Aproximar o cidadão do político. Esse é o grande desafio das campanhas eleitorais. Brazlândia está à frente das demais cidades do DF. A cidade aprovou e provou dessa relação próxima: cidadão e político.


Por três sucessivas campanhas a cidade elegeu representante político dentre seus candidatos aos pleitos eleitorais de 1990/94, 94/98 e 98/2002. Em um desses pleitos Brazlândia teve até duas cadeiras na Câmara Legislativa do DF (CLDF). Porém, já fazem mais de dez anos que a cidade não elege seu representante político para a CLDF. Nova chance terá somente em 2014.
        A eleição de cidadãos brazlandenses para o poder legislativo foi possível num momento inicial da autonomia política do DF.  Após esse período, a cidade já sente os efeitos da falta de representante político eleito para a CLDF. Brazlândia não tem nenhum cidadão eleito para a Câmara Legislativa desde 2002. Isso é fato. Lamentável, por sinal!
        Brazlândia possui excelentes quadros políticos, lideres que trabalham em prol de uma cidade melhor. O que falta, então, para termos nosso representante sentado numa cadeira da CLDF e defendendo nossa cidade?
        Não sabemos se, o fato de não votarmos, com suficiência de votos, em candidatos genuínos da cidade, é uma decisão do eleitor brazlandenses ou se a culpa é do antiquado sistema eleitoral brasileiro. Sistema esse que exige uma urgente reforma política eleitoral no seu mecanismo de eleição, seja de vereadores, de deputados estaduais (distritais) ou federais.
        Veículos de informação e formação de opinião pública, visando também o eleitor de Brazlândia, já começaram a apresentar as pretenciosas pré-candidaturas à eleição de 2014. Brazlândia já possui mais de dez pré-candidatos a cargos eletivos de 2014, com possibilidade de chegar a umas vinte pré-candidaturas no total. A cidade sempre foi abundante de candidatos. Muitos já foram até testados nas urnas e rejeitados pelo eleitorado de Brazlândia. Quem perde, eu diria, não são aqueles que não conseguem sair vitoriosos nas urnas, mas sim a cidade.
        A causa, reafirmo, é a culpa do arcaico mecanismo de eleição que permite a eleição por proporcionalidade e quociente eleitoral.
        A prova disso é que, nas eleições de 2010, Brazlândia ficou com dois candidatos que, apesar de grande aceitação do eleitor da cidade (mais de oito mil votos cada um), mesmo assim, seus votos os deixaram somente na condição de suplentes. A causa: o voto proporcional. Novamente! Qual a solução?
        Tenho defendido, em diversas conversas, a mudança dessa regra arcaica baseada na representação do sistema proporcional por quociente de votos. Minha bandeira de luta é que a eleição, para aproximar o cidadão do político, deve, nas eleições proporcionais, dividir o DF em distritos eleitorais. Aliás, essa discussão já possui contornos nacionais, e a ideia é dividir o país em Distritos. Nesse sentido já existem mais de cinco propostas de emenda constitucional (PECs) que tramitam na Câmara Federal.
        Pois bem! Aprovada a proposta de voto distrital, Brazlândia não amargaria tanto esse jejum de representação política na assembleia distrital (CLDF), a cadeira que pertenceu a cidade está desocupada desde 2002, quase dez anos. Com isso Brazlândia perdeu muito, inclusive na qualidade dos debates políticos que ocorrem na cidade. Mesmo tendo mais de dez pré-candidatos a distrital em 2014, passado somente um ano da ida dos cidadãos brazlandenses às urnas de 2010, se olharmos para “estrangeiros” com campanhas alternativas à dos candidatos naturais da cidade, podemos perceber que a representação política “pura” de Brazlândia, corre o risco de não acontecer novamente. É preciso acordar para a questão da representatividade política de Brazlândia na Câmara Legislativa.
        O ideal seria uma ampla campanha da sociedade brazlandense pressionando o sistema que existe para que seja discutido a implantação do Voto Distrital, senão for o “puro” –que incomoda muita gente-, que seja o sistema misto (uma combinação do voto distrital com o voto em listas fechadas apresentadas pelos partidos). Assim teríamos as vantagens do voto distrital, onde aproxima o cidadão do político: ele fiscaliza mais porque sabe quem é o deputado do seu distrito e torna a eleição mais barata, pois, ao invés do candidato fazer a campanha no estado inteiro, fazia apenas no distrito.
        Assim, teríamos, nós eleitores, dois votos: um no candidato do meu distrito e outro no partido. Isso resolve o problema da representatividade, fortalece a democracia e Brazlândia ganha cidadania representativa política na Câmara Legislativa em 2014. Vamos à luta!
*João Moura é filho de Brazlândia, Filósofo, Professor e especialista em Ciências Humanas.

A GARRA NOS TROUXE DE VOLTA A PRIMEIRA DIVISÃO...

2012 PROMETE SER UM ANO DE MUITAS CONQUISTAS PARA A SOCIEDADE ESPORTIVA BRAZLÂNDIA, QUE AINDA COMEMORA A CONQUISTA DO BI-CAMPEONATO DA 2ª DIVISÃO DO CAMPEONATO CANDANGO DE FUTEBOL NO DF.

DÁ-LHE BRAZLÂNDIA!!!


Terça-feira

A LEI CONTRA A PALMADA FOI APROVADA



ENTRE UMA SESSÃO E OUTRA, NO CONGRESSO NACIONAL.... OCORRE O AMIGO OCULTO PORQUE NINGUÉM É DE FERRO, NÉ!


A MELHOR COISA A FAZER NESSAS FÉRIAS, DEPOIS DE UNS WHISKY E ENERGÉTICOS... É MALHAR UM POUCO MAIS.....


E DEPOIS... É TÃE... TÃE... TÃE... NO BARA BARÁ, BERE BERÉ...



Domingo

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA DE UM MINISTRO


O jornal Correio Braziliense publicou (Josie Jeronimo - 20/11/11) uma espécie de cartilha para mostrar o que fizeram os ministros que conseguiram superar os tremores políticos na gestão da presidente Dilma Rousseff. Com base na experiência do dominó de titulares da Esplanada derrubados por denúncias, seis ministros caíram e um agoniza na UTI política do Palácio do Planalto, tentando ganhar sobrevida pelo menos até a reforma nas pastas, marcada para fevereiro de 2012.

CINCO MESES DE CRISE MORAL, ÉTICA e POLÍTICA

De junho pra cá, a praga que atinge a Esplanada dos Ministérios revela que parte do primeiro escalão da presidente Dilma Rousseff morreu vítima de um conjunto de sintomas que se repete escândalo após escândalo.

ONDE TUDO COMEÇOU?

Tudo começou na Casa Civil. Antonio Palocci não conseguiu explicar como aumentou em 20 vezes seu patrimônio, graças ao sucesso de sua empresa de consultoria, e abriu a porteira da reforma ministerial antes da hora.

Menos de um mês depois da queda de Palocci, foi a vez de Alfredo Nascimento ser acusado de transformar o Ministério dos Transportes em uma sucursal da tesouraria do Partido da República. Denúncias de obras superfaturadas, farra dos aditivos e o sucesso empresarial do filho na área de infraestrutura derrubaram o ministro.

No Ministério da Defesa, foi a verborragia que custou o cargo de Nelson Jobim. O ex-ministro declarou voto no adversário de Dilma nas eleições de 2010 e colocou em dúvida a envergadura política da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. O mau agouro de agosto que atingiu Jobim também pegou outros do poder federal.

Wagner Rossi, Ministério da Agricultura. As denúncias contra a pasta começaram na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e chegaram ao ministro quando o Correio Brasiliense revelou que Rossi utilizava o jatinho de empresa beneficiada por políticas do ministério para viagens pessoais.

Em seguida, foi a vez de Pedro Novais, que já chegou com aviso-prévio assinado à pasta de Turismo depois de ser pego usando verba indenizatória da Câmara para pagar despesas em motel. Novais aguentou operação da Polícia Federal, que prendeu até mesmo seu número dois em investigação de desvio de recursos em convênios, mas sucumbiu ao flagrante fotográfico que mostrou motorista contratado com dinheiro público prestando serviços domésticos a sua mulher.

De ONGs e ongueiros foi vítima o ex-ministro do Esporte Orlando Silva. Um ex-policial militar e presidente de entidade que tem convênios com a pasta acusou Orlando de receber propina na garagem do ministério. Loteamento político da pasta e problemas com ONGs no Programa Segundo Tempo também contaram para o afastamento do ministro. Nesse caso, também, as denúncias respigam num ex-titular da pasta (Agnelo Queiroz) e atual governador do Distrito Federal, onde há muito já vem sofrendo com a corrupção e negociatas daqueles que confundem o público com o privado.

O MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA DE QUEM AINDA FICA:

Os que conseguem sobreviver à crise na Esplanada adotam a fórmula "bom senso e separação entre público e privado" para evitar encrencas. O estado das artes da longevidade ministerial não é um mistério. Os ministros que continuarão na foto oficial do próximo ano são aqueles:

1 - que perguntarão quem é o dono do avião antes de pegar caronas em jatinhos,
2 - que acompanharão o destino do dinheiro que sai dos cofres públicos e não usarão recursos humanos e materiais das pastas que comandam para resolver problemas domésticos.
O manual de sobrevivência dos ministros também mostra que separar a vida partidária da ministerial contribui para a tranquilidade da gestão, assim como: a temperança, remédio milagroso contra o suicídio verborrágico.
Todos esses itens (de segurança) foram esquecidos pelos ministros afastados.

Sexta-feira

BALNEÁRIO VEREDINHAS - NÃO PODEMOS DESISTIR DELE!



A população de Brazlândia não pode desistir do Balneário Veredinhas. Pessoas que moram em seus arredores e gente que tem boas lembranças (como eu) e sentem saudades da época das brincadeiras e banhos divertidos em sua piscina, jamais deve desistir de lutar pela revitalização do balneário que, atualmente, é mais um buraco feio no caminho. Entre a ligação dos setores norte e tradicional de Brazlândia, ele está ali: só, largado, tal é o abandono em que se encontra esse espaço de lazer que, em tempos idos, já teve o seu vigor e beleza exuberantes no centro da cidade.
Apesar do ar de desolação, nosso mais importante local de lazer (em tempos idos) - para a meninada de antes e que hoje estão ai com seus 30 a 50 anos -, requer uma enorme força para não vê-lo morrer aos poucos. Essa “meninada” de antes, juntamente com as de hoje, não podem desistir de salvá-lo.
Resgatando a minha infância, quando eu brincava no Veredinhas, fiz uma poesia, em protesto a situação atual que se encontra esse espaço, e que se chama:  Ode ao Balneário Veredinhas
“As vidas que de ti nasceram e nascem, estão secando, desaparecendo...
Oh, teus campos! Sujos ou limpos, rendem-se à força dos homens sem consciência...
Seus espaços de lazer, galerias protetoras da vida, tombam frente a depredação e abandono, e misturam-se ao lixo deixado em teus caminhos...
Teu brado é retumbante!
Caso matas, caso vivas, caso morras...
É preciso fazer-te renascer
Ou então seremos nós a morrer!“

Existem sinais de recuperação. Apareceu uma renovação na esperança de ver o balneário revitalizado. No inicio de outubro, entre tantas as visitas de autoridades que vieram à Brazlândia, o Administrador da cidade recebeu representantes da Secretaria do Meio Ambiente e do IBRAM. Durante a conversa foi apresentada a licença ambiental concedida pelo IBRAM, autorizando a começar a obra do Balneário Veredinha, que é reivindicação da população de Brazlândia há muitos anos.  Segundo a administração da cidade, a obra está prevista para começar no final deste ano.

Por mais limitada que seja a política ambiental, ela sempre pode fazer frente às agonias e desesperos que vivem alguns parques ambientais no DF. O balneário Veredinhas é um deles: cravado dentro do parque ecológico Veredinhas, o balneário viveu tempos áureos na década de 70.
A falta de lideranças públicas compromissadas com a população e políticas governamentais vazias, dos que administraram Brazlândia, empurraram o balneário Veredinhas para o que ele é hoje: um completo abandono. Volto a insistir: Não podemos desistir dele!
O balneário Veredinhas é parte da solução para a falta de lazer com que convivem os jovens e crianças de Brazlândia. Outros tempos, lembro, saudosamente, da época em que, junto com meus amigos, brincava no balneário e, entre uma brincadeira e outra, mergulhava em suas águas, pesadas, abundantes.
Mesmo não sendo “a melhor das piscinas”, a do balneário Veredinhas era a que nos fazia feliz em seguir na nossa infância alegre e arteira, como deve ser a de todas as crianças e adolescentes.
O vazio de governança entre administradores que passaram, insensíveis, pela cidade; que preocupavam-se, acima de tudo, em somente manter-se em suas cadeiras, avançou com rapidez e o descaso com o balneário foi e é, crítico.
O desespero do balneário Veredinhas pode está chegando ao fim, com a sinalização, pela administração da cidade, após essa autorização do IBRAM, para que venha a ocorrer sua revitalização e ser entregue, de volta, as crianças e jovens da cidade. O balneário Veredinhas está entre a esperança de voltar a viver e o desespero de continuar no abandono.
Cabe a nós, cidadãos, saudosistas ou não, mas preocupados com a qualidade de vida em Brazlândia, não desistirmos do balneário Veredinhas e trazê-lo de volta a vida da cidade e à alegria de nossas crianças e jovens, tão carentes de lazer em nossa cidade.
*João Moura é filho de Brazlândia, Filósofo, Professor e especialista em Ciências Humanas.

Segunda-feira

AINDA HÁ INDÍCIOS DA PANDORA NO AR... E ONDE HÁ FUMAÇA... EXISTE FOGO!


Brasília ainda vive sob à CAIXA DE PANDORA e está revivendo tudo de novo. 

Poucos foram o deputados que assinaram o pedido de CPI para apurar a onda de acusações contra o Governador Agnelo. Seria importante que isso fosse feito para eliminar qualquer duvida sobre a integridade moral do governador, mas, não... 

A posição encima do muro agora é do PSD, PR e parte do DEM do DF. PDT, PSB... outros nanicos ainda não manifestaram. 

Petistas ignoram acusações contra o governador e manobram.... e apenas olham os elefantes voando sobre suas cabeças. 

Talvez, quando descobrirem (se não já sabem) que o ninho dos elefantes é aqui no DF... ai sim... quem sabe!? Mas ai... a Inês estará morta... e a viúva... estuprada... mais uma vez.... como sempre foi!

Mas... não dá para fingir que não está acontecendo nada, viu deputados!

Se as instituições não se manifestam, O POVO SE MANIFESTA!

Quarta-feira

CAIXA 2 ou MENSALÃO DO PC do B?


Uma nuvem negra paira, mais uma vez, sobre o céu de Brasília. É não é só as ameaças de chuva dos últimos dias não!

O fato é, que, o mais novo episódio de suspeita de corrupção no governo federal, talvez, uma herança maldita do governo Lula, respinga no GDF.

Mais uma vez a crise política se instaura na capital da República. Não se pode fingir que nada está acontecendo no DF. Aos quatros cantos do DF, as notícias sobre processo envolvendo o governador Agnelo estão nas rodas de conversas e nas trombetas dos veículos de imprensa.

As irregularidades na pasta federal de Esporte ficaram mais evidentes e comprometem o governo do DF depois das declarações veiculadas, hoje, pelo jornal O Estado de São Paulo, onde o ministro do Esporte, Orlando Silva, do PC do B, atribuiu ao seu antecessor e ex-correligionário Agnelo Queiroz, que se filiou ao PT e se elegeu governador do Distrito Federal, as responsabilidades  das irregularidades no Ministério do Esporte.

Apesar das mesmas irregularidades ficarem, conhecidas e evidentes na gestão de Orlando Silva, de acordo com as denúncias do ex-filiado ao PC do B, o soldado João Dias. 

Turbulências podem abalar o novo caminho que o DF resolveu seguir a partir de 2010. 

É sabido que o mais novo delator da república e algoz dos comunistas não é nenhum cordeiro. Mas, na ferocidade do lobo em que ele avança sobre os quadros do nanico PC do B, o sangue derramado pelos acusados que deverão cortar na carne para se defenderem das acusações, mancharam o solo dessa mãe tão gentil com a corrupção - pátria amada Brasil.

Salve, salve! As aves que gorjeiam contra a corrupção em defesa da ética na política e na administração dos eleitos e escolhidos para gerenciarem nosso país e nosso DF.

Pelo visto a Caixa de Pandora ainda não foi fechada e os seus males continuam soltos na capital.

Segunda-feira

BRAZLÂNDIA: VIOLÊNCIA EM ALTA

De todas as visitas de autoridades feitas à cidade de Brazlândia, neste mês de outubro, a mais esperada pela população seria a do Secretário de Segurança Pública para apresentar, quem sabe, um plano estratégico de combate a violência na cidade.

A visita não aconteceu ainda! Quem sabe, com o prestigio que possui o ex-secretario particular do governador Agnelo - agora Administrador da cidade - Sr. Bolivar Rocha, essa tão esperada visita à população, aconteça.

A torcida para que ela ocorra o mais rápido possível, é grande!

Só neste ano (2011), em menos de dez meses, 17 pessoas foram assassinadas na cidade, ocorrência lastimável de mais de um homicídio por mês!

Os motivos? Dos mais fúteis aos mais banais. A vida do Ser humano parece não valer nada.

O mais recente assassinato - de uma jovem na madrugada de domingo (16/10) trouxe pesar à cidade. Membros de uma gang desconfiaram de que a jovem estava telefonando para rivais e a assassinaram friamente.

A população de Brazlândia está assustada e com medo!

Gangs que se `estranham´ em conflitos de domínios nas áreas da cidade para prática de crimes, são as que mais acometem esses assassinatos que vitimam os jovens filhos de Brazlândia.

É imperiosa a intervenção pública, com o rigor policial, que a questão exige!

Em tempos idos a cidade era pacata e sua população vivia tranquilamente seu cotidiano social.

A falta de políticas públicas de atenção à população em situação de risco, trás gravíssimas consequências a sociedade brazlandense.

É hora de construir um novo caminho para a cidade, onde a segurança da comunidade tenha a mais sólida pavimentação da paz social.

A CIDADE ESPERA! ATÉ QUANDO?

Domingo

DISPARIDADES DE ARMAS!

A LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO NO BRASIL É MAIS OU MENOS ASSIM:
- Via 'Jornal do Commercio'. O blog no twitter.

Sexta-feira

PROFESSORES E PROFESSORAS... SEMPRE...



"Aprendemos e erramos juntos, construímos amizades e cumplicidades, no futuro teremos a certeza do dever cumprido e que Deus não nos escolheu ao acaso. Cada aluno será um pouco de nós e nós os teremos sempre presentes em nossas vidas." (Profª Conceição)

Parabéns pelo nosso dia 15 DE OUTUBRO!


UM BRINDE A TODOS...

15 DE OUTUBRO É DIA DOS PROFESSORES





A PEC da Felicidade e seus defensores podem responder: "Quem é mais feliz, um ascensorista de elevador do Congresso Nacional, que pouco ou nada estudou e ganha R$ 14 mil, ou um professor - dia 15 de outubro e todos os outros dias letivos é o dia dele - depois de ter estudado por anos e anos e tem um piso nacional de salário de pouco mais de R$ 1 mil reais?

Os Cascas-grossas da política deveriam chupar essa!


Quarta-feira

Quinta-feira

UMA CIDADE CORTEJADA COMO UMA LINDA NOIVA


Somente na primeira semana de outubro (em menos de três dias) a cidade de Brazlândia/DF recebe a visita de várias autoridades públicas do governo do Distrito Federal e do poder legislativo (CLDF). Nunca antes na história da cidade, ela foi tão visitada e cortejada por autoridades políticas e olha que não está acontecendo nenhuma inauguração ou entrega de obras na cidade, aliás, obras importantes, finalizadas, estão fechadas e ainda não foram entregues para usufruto da população, caso das ex- vilas olímpicas - a cidade tem uma finalizada e ainda não foi entregue a população; muito menos, as ilustres visitas determinaram o inicio de alguma obra nova para a cidade, como seria importante a construção de uma Escola Técnica para Brazlândia - para isso já existe Lei aprovada desde 1992 e até hoje nenhum governante se dignou em implantá-la na região, tão carente de melhorias na área de educação. 


ENTÃO, QUAL O MOTIVO DESSA ROMARIA DAS AUTORIDADES POLÍTICAS À CIDADE?

Com a ida do ex-secretario particular do Gov Agnelo para ser o prefeito de Brazlândia,na função de Administrador Regional, muitas são as autoridades que estão fazendo peregrinação na cidade. Veja aqui: http://migre.me/5QAXJ 

O novo administrador está recebendo muitas visitas de representantes dos órgãos do GDF e CLDF. Uma movimentação de bastidores políticos?! Uma âncora para 2014?!

Das duas, uma: a influencia do ex-secretário, agora Administrador, continua alta junto ao Gov Agnelo ou isso é uma clara preparação de terreno para as próximas eleições, haja vista que a cidade não consegue eleger nenhum representante político já faz mais de 10 anos. Ou seja, está entregue ao apetite político dos forasteiros de plantão. Observemos o desenrolar desse cortejo à noiva sem par.

Domingo

MINHA COLUNA MENSAL NO JORNAL FOLHA DE BRAZLÂNDIA


João Moura*
CONVERSANDO COM...
BRAZLÂNDIA
DESAFIOS DE UM NOVO CAMINHO

Politizada na essência e consciente do papel a desempenhar de seus cidadãos e cidadãs, a cidade, sempre contou com muitos candidatos a representa-la e a gerir a vida política da comunidade brazlandense, se é que isso seja possível.
O cidadão e a cidadã conscientes, politizados e envolvidos nas questões sociais de Brazlândia, sabem da importância de ter um representante no poder legislativo e nas esferas politicas brasileira.
Há mais de uma década sem eleger um deputado, Brazlândia não sabe mais o que é ter um representante político, à altura de sua importância, ocupando uma cadeira no Poder Legislativo distrital.
Dos seus muitos candidatos nos pleitos eletivos, poucos ou nenhum, são os escolhidos. Em período de grande fertilidade política, a cidade já teve dois representantes locais, eleitos pela comunidade, na Câmara Legislativa do DF.  Momentos áureos da política brazlandense.
Nesse tempo, a cidade cresceu, desenvolveu-se, evoluiu consciente e politicamente no seu conceito de cidadania. A população soube o que é ter um representante político. Fez suas observações, mediu, comparou trabalho, viveu e conviveu política.
É chegada a hora de a cidade trilhar um novo caminho. Seus cidadãos e cidadãs devem refletir sobre esse novo cenário, sobre essa nova consciência política de Brazlândia: jovem, sedenta de conquistas sociais e de uma melhor qualidade de vida para a população.
Com uma população em crescente ascensão e consciente de seu papel na sociedade, Brazlândia deseja e precisa de melhorias em todos os aspectos: políticos, sociais, culturais, educacionais e institucionais.
Não é hora de saborear o bolo, por mais fofo e saboroso que ele se apresente. É hora de refletir e debater sobre as questões urgentes de nossa cidade: transporte, saúde, segurança, educação, cultura...
Os desafios são muitos; o caminho, um só: a cidade precisa voltar a ter seu comando, sua representação e vida política própria. Esse é o novo caminho que devemos preparar para Brazlândia; antes que 2014 chegue e nos deixe novamente a ver a banda passar. E, quase sempre, a banda costuma tocar, passada a apresentação, uma música oca e vazia para nossa cidade.

*João Moura é filho de Brazlândia, Filósofo, Professor e especialista em Ciências Humanas.
Foto: Iderlon Calasâncio

Quarta-feira

JORNAL FOLHA DE BRAZLÂNDIA ESTÁ DE VOLTA!

           Recebido com muita satisfação pela população, o Jornal FOLHA DE BRAZLÂNDIA está de volta circulando pela cidade. O retorno do veículo de comunicação impressa mais lido na cidade é graças ao trabalho do cidadão Iderlon Calasâncio, incansável batalhador pela melhoria da nossa cidade. Iderlon retorna com o Folha de Brazlândia, num momento em que a cidade necessita de uma canal de comunicação direta com a população. 

          A existência do Jornal Folha de Brazlândia está intimamente ligada com a cidade desde a década de 90. O projeto e o novo formato gráfico do jornal realizado por Iderlon Calasâncio, nos dá uma leitura prazerosa de suas páginas com noticias determinantes e informativa para toda a comunidade. Conteúdo com informação! Esse o novo Folha de Brazlândia - Único como você. Tradicional como poucos!

Parabéns Iderlon, por esse trabalho tão importante para Brazlândia.

           No retorno do Jornal Folha de Brazlândia eu vim junto com ele. Estou agora com uma coluna mensal no jornal:  CONVERSANDO COM JOÃO MOURA, veja:

             Nela vou abordar as questões que envolvem não só nossa cidade como também o Distrito Federal, o Brasil e o mundo. Nossa primeira conversa é com a cidade -"Brazlândia, desafios de um novo caminho" - leia e comente.

           Brazlândia finalmente tem uma voz para a sua comunidade se expressar, cobrar das autoridades e apontar os caminhos que ela quer seguir. Essa voz vem expressa nas páginas do JORNAL FOLHA DE BRAZLÂNDIA. 

Grande retorno! 
Parabéns Iderlon e nossa cidade que pode agora, contar com mais esse veiculo de comunicação oportuno e único!

Segunda-feira

Domingo

O ELEITOR, SEU VOTO e o CANDIDATO


Na política, os espaços ocupados se tornam pequenos para conter as ambições pessoais. Infelizmente, mulheres e homens públicos com carisma rareiam entre nós.


Voto consciente
Merval Pereira, O Globo

Não é a primeira vez que um fato isolado expõe com crueza a separação entre o que quer a sociedade e o que fazem os políticos. A absolvição da deputada federal Jacqueline Roriz, flagrada em filme recebendo uma propina do esquema do então governador Arruda em Brasília, foi um tapa na face da opinião pública e explicitou a necessidade de uma mudança na representação congressual, para aproximá-la do sentimento da sociedade.

A proposta de reforma política apresentada pelo relator da comissão especial, o petista Henrique Fontana, dá, com a lista fechada, uma força às direções partidárias que elas não estão a merecer.

A proposta de voto distrital, em contrapartida, dá ao eleitor a chance de fiscalizar de perto a atuação de seu escolhido, e por isso a adesão ao manifesto se amplia.

A legitimidade do Congresso Nacional como instituição estaria ameaçada por práticas fisiológicas que já são nossas velhas conhecidas: clientelismo, malversação, promiscuidade.

Os defensores do voto distrital alardeiam pesquisas que mostram que um mês após a eleição, 30% dos eleitores já não se lembra em quem votou, pois vota sem conhecer bem os candidatos.

Este número aumenta para 70% em relação às eleições anteriores. O mesmo processo aconteceria em relação ao candidato, que tendo uma votação fragmentada, não se sentiria ligado ao eleitor e, por outro lado, os eleitos por votos corporativos só se sentiriam responsáveis por aqueles nichos em que atuam.

O voto distrital é um sistema de voto majoritário no qual um Estado (ou cidade) é dividido em pequenos distritos com aproximadamente o mesmo número de habitantes, cada partido indica um único candidato por distrito e cada distrito elege um único representante pela maioria dos votos.

O movimento #euvotodistrital defende o sistema majoritário de dois turnos, ou seja, o voto distrital puro. Essa modalidade, alegam seus coordenadores, além de trazer todos os benefícios do Distrital como conhecemos, preserva os interesses das minorias ao exigir segundo turno, caso o candidato não tenha 50%+1 dos votos.

Já está em tramitação um projeto de lei que determina que as eleições para as Câmaras Municipais em municípios com mais de 200 mil habitantes sejam feitas pelo sistema majoritário, proporcionando aos eleitores a experiência de viverem um sistema eleitoral diverso, para que no futuro ele possa ser adotado em outras eleições legislativas.

Uma das características do voto distrital seria possibilitar ao eleitor trabalhar contra um candidato, o que no atual sistema brasileiro simplesmente não existe.

Um parlamentar corrupto em busca da reeleição dispõe no sistema atual de caminhos para contornar resistências e continuar fraudando o mandato popular. Como é o caso do deputado Valdemar da Costa Neto, que se elegeu ás custas das sobras de votos de Tiririca.

As vantagens do sistema distrital majoritário são muitas, segundo os formuladores do projeto: é um sistema simples e de fácil implantação; incentiva a participação do eleitor, que exerceria maior vigilância e fiscalização sobre o representante eleito do seu distrito, e permitiria diminuir o custo das campanhas eleitorais para o país como um todo.

Cada partido só poderá apresentar um candidato por distrito, reduzindo drasticamente o número de candidatos nos estados e no país.

Além disso, o candidato concentrará sua campanha no distrito ao qual concorre, tendo fim as campanhas eleitorais milionárias em que os candidatos, no sistema atual, se vêm obrigados a fazer campanha em todo o estado.

Uma campanha milionária num distrito, por sua vez, será escancarada perante o eleitor, podendo criar constrangimentos.

Na definição do cientista político Amaury de Souza, que também está envolvido na campanha, o voto distrital, ao adensar a relação do eleitor com o deputado, fortalece o Poder Legislativo face ao Executivo.

A acusação de que o voto distrital é paroquial é rejeitada pelos coordenadores da campanha, que afirmam que, ao contrário, o voto distrital majoritário é muito menos provinciano e paroquial do que o sistema atual.

Um deputado que disputa uma eleição majoritária num distrito que pode ter 250 mil eleitores, é obrigado a compor com todos os interesses daquela comunidade, não pode ser paroquial.

Ao contrário do paroquialismo, o voto distrital majoritário modernizaria, tornaria cosmopolita a representação na Câmara.

Para Amaury de Souza, o distrital majoritário torna a eleição mais inteligível, o eleitor vê melhor a relação entre seu voto, seu candidato e o vencedor.

Uma projeção das bancadas partidárias, respeitando-se o número de cadeiras existentes para cada Estado na Câmara dos Deputados, e criados tantos distritos quantas cadeiras estarão sendo disputadas, mostra um quadro de perdas e ganhos para os partidos.

O PT, por exemplo, perderia 8 cadeiras na Câmara, enquanto o PMDB ganharia nada menos que 14. O PSDB ganharia 5 deputados federais, enquanto o DEM perderia 2. PP, PR e PDT e PCdoB seriam os partidos mais prejudicados: cada um perderia 5 deputados federais. Entre os nanicos, o PSC perderia 6 deputados federais.